Dr. Henrique Marques · Dermatologia e Cirurgia Micrográfica de Mohs
Cirurgia micrográfica de Mohs - SP

Cirurgia para Câncer de Pele

Com a cirurgia micrográfica de Mohs, o Dr. Henrique Marques remove o tumor e preserva o máximo de pele sadia: 100% das margens analisadas durante a cirurgia.

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Cirurgia micrográfica de Mohs

Remover o câncer.
Preservar a pele.

A técnica mais efetiva para o carcinoma basocelular e o espinocelular, muito usada nos Estados Unidos, no Canadá e na Europa, e ainda pouco conhecida no Brasil.

0%de cura em situações específicas
0%das margens no microscópio
1 diaretirada, análise e fechamento
Cirurgião de Mohs credenciado SBD
Fellow em Cirurgia de Mohs
Autor do 1º livro de Mohs do Brasil
Membro SBD · SBCD · ASDS
Passo a passo

Como funciona a cirurgia de Mohs

Role a tela devagar: a câmera mostra cada etapa da cirurgia.

Comparativo

Mohs × cirurgia convencional

O mesmo tumor, duas técnicas. Veja a diferença na pele retirada, na certeza das margens e na cicatriz.

Margem de 1 a 2 mm em volta da lesão
1Margem de 1 a 2 mmSó uma faixa mínima de pele sadia em volta.
Ferida pequena após a cirurgia de Mohs
2Retiradas só onde há tumorA ferida segue o formato do câncer.
Fechamento curto da cirurgia de Mohs
3Fechamento pequenoNo mesmo dia, com as margens livres.
100% das margens analisadas durante a cirurgia: a ferida só é fechada quando não resta tumor.
Margem ampla da cirurgia convencional
1Margem de 4 mm a 1 cmRetira mais pele sadia, por segurança.
Disco retirado e enviado ao patologista
2Laudo só dias depoisMenos de 1% das margens é analisado.
Cicatriz em T da cirurgia convencional
3Cicatriz maiorFechada sem a certeza de ter tirado todo o tumor.
Como a análise não é feita na cirurgia, uma raiz pode ficar e o tumor pode voltar.
Margens analisadas
Mohs100%
Convencionalmenos de 1%
Resultado das margens
Mohsna hora
Convencionaldias depois
Margem de segurança
Mohs1 a 2 mm
Convencional4 mm a 1 cm
Cicatriz
Mohsa menor possível
Convencionalmaior
Os números

Menos chance de o câncer voltar

Recidiva local em 5 anos

Cirurgia de Mohs × cirurgia convencional

Basocelular primário
Mohs1,0%
Convencional10,1%
Basocelular recidivado
Mohs5,6%
Convencional17,4%
Espinocelular primário
Mohs3,1%
Outros10,9%
MohsConvencional / outros

Rowe DE et al., J Dermatol Surg Oncol 1989;15:315-328 e 424-431; J Am Acad Dermatol 1992;26:976-990.

Quanto da margem é examinado

No microscópio, durante ou depois da cirurgia

100%

Mohsno mesmo dia

<1%

Convencionallaudo dias depois

Entenda

O câncer de pele cresce para dentro

O carcinoma basocelular e o espinocelular surgem na camada mais superficial da pele e crescem em profundidade, podendo chegar à musculatura e ao osso.

Camadas da pele e tumor
70%
Carcinoma basocelularO mais comum. Baixa mortalidade se tratado cedo.
25%
Carcinoma espinocelularJunto com o basocelular, é o “não melanoma”.
5%
MelanomaO menos comum e o mais letal. Surge nos melanócitos.

Sinais de alerta

Lesão elevada e brilhante, com crosta, que sangra fácil.
Ferida que não cicatriza e continua crescendo.
“Espinha” que não some em 30 dias.
Pinta que muda de cor, forma ou tamanho.
Diagnóstico

Do exame à biópsia

Dermatologista examinando a pele com dermatoscópio
Exame clínico dermatológico
Lesão de pele vista pelo dermatoscópio
A lesão vista pelo dermatoscópio, ampliada 20 vezes
Exame clínicoInspeção da pele e dermatoscopia, o microscópio de mão que amplia a imagem 20 vezes.
BiópsiaEm caso duvidoso, confirma o câncer e mostra o tipo, o que define o tratamento.
Tratamento cirúrgicoFeito o diagnóstico, o tratamento é a cirurgia, e a Mohs é a mais efetiva para o basocelular e o espinocelular.
Para quem é indicada

Quando a Mohs é a melhor escolha

FaceNariz, pálpebras, lábios, orelhas, testa e couro cabeludo.
Áreas sensíveisMãos, pés, região genital e mamas.
Maiores que 2 cmTumores grandes no corpo.
Bordas imprecisasQuando não se vê onde começa e termina.
Câncer que voltouOu que não foi retirado por completo.
Subtipos agressivosInfiltrativo, esclerodermiforme, micronodular, basoescamoso.
Dr. Henrique da Silveira Marques com o livro Cirurgia Micrográfica de Mohs
Quem vai cuidar de você

Dr. Henrique da Silveira Marques

CRM-SP 133551 · RQE 61803 · Diretor do DERMOHS

Dermatologista dedicado ao tratamento do câncer de pele e à cirurgia micrográfica de Mohs. Um dos autores do primeiro livro brasileiro sobre a técnica.

  • Cirurgião de Mohs credenciado pela Sociedade Brasileira de Dermatologia
  • Fellow em Cirurgia de Mohs no Centro de Cirurgia Micrográfica do Rio de Janeiro
  • Coautor de Cirurgia Micrográfica de Mohs – Manual Prático e Atlas
  • Professor de Dermatologia e Cirurgia Dermatológica · membro SBD, SBCD, ASDS e Grupo Brasileiro de Melanoma
Centro cirúrgicopróprio e moderno
Laboratório de Mohsanálise no mesmo dia
Atuação cirúrgicanos melhores hospitais de São Paulo
Atendimento individualdo diagnóstico à alta
Depoimentos do Google

Quem já passou por isso

5,0
★★★★★39 avaliações no Google, todas 5 estrelas
Dúvidas frequentes

Perguntas sobre a cirurgia de Mohs

Biópsia por congelação é a mesma coisa que Mohs?
Não. Na congelação, um patologista avalia apenas amostras das margens. Na Mohs, o próprio cirurgião mapeia e analisa 100% das margens laterais e profunda.
A cirurgia é feita no consultório?
A maioria, sim, com anestesia local. Casos mais complexos podem exigir hospital, sedação ou anestesia geral, e a clínica tem parceria com hospitais de São Paulo.
Quanto tempo dura?
Depende de quantas etapas forem necessárias. Entre uma e outra você aguarda numa sala reservada enquanto o tecido é analisado; reserve algumas horas no dia da cirurgia.
Fica cicatriz?
Toda cirurgia deixa cicatriz, mas como a Mohs retira só o tecido com tumor, a ferida tende a ser a menor possível.
Serve para melanoma?
A Mohs é indicada principalmente para o carcinoma basocelular e o espinocelular. Para o melanoma, a conduta é definida na consulta.
O carcinoma basocelular tem cura

Quanto antes, menor a cirurgia

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